Livros
O que ler, e mais ou menos por que ordem. A lista é curta de propósito: quem trabalhar estes títulos com cuidado fica melhor colocado do que quem folheou trinta.
Começar aqui
William Lilly, Christian Astrology. O manual inglês de referência e o ponto de partida natural para quem lê em inglês. O primeiro livro cobre os fundamentos, o segundo a horária, o terceiro as natividades. Os exemplos trabalhados — entre eles o juízo que Lilly faz do seu próprio tema — são a parte mais valiosa e a que mais vezes se salta.
As fontes primárias
Leiam-se depois de assente o quadro, não antes.
- Ptolomeu, Tetrabiblos — a exposição teórica, aquela com que todo o autor posterior discute.
- Vétio Valente, Antologia — o livro de um astrólogo em exercício, cheio de temas e de técnica de senhores do tempo. Menos sistemático do que Ptolomeu e muito mais próximo da prática.
- Doroteu de Sídon, Carmen Astrologicum — antigo, prático, e fonte de muito do que os autores posteriores repetem sem o dizer.
- Paulo de Alexandria, com Olimpiodoro — a mais clara das breves introduções que o período helenístico produziu.
- Abu Ma'shar e a tradição persa, para os sistemas de senhores do tempo e a técnica mundana.
Sobre a história
A história da prática astrológica — quem lia o quê, onde a transmissão se quebrou, que regras recebidas assentam num erro de tradução — merece alguma atenção. É a via mais rápida para ver por que as autoridades divergem, e resolve um número surpreendente de disputas técnicas.
O nosso próprio material
As tábuas de referência e os artigos são de descarga livre. the Tradition publica traduções com o seu aparato, duas vezes por ano.